Na última década, todos esses avanços científicos em todas as áreas mas precisamente na área de genética molecular, em exames de imagem, eletroencefalografia e até bioquímica, existe agora uma grande melhora da avaliação e do diagnóstico de distúrbios no que envolve a Neurologia Infantil ou a neuropediatria como preferir.

Com todos esses mais novos conhecimentos têm nos permitido ah maiores e muito melhores abordagens para os nossos pequenos (as crianças) seja com

Atraso global do desenvolvimento;
Atraso na fala;
Epilepsia;
Doenças do metabolismo e musculares;
Infecções cerebrais;
Sequelas de prematuridade;
Doenças genéticas neurodegenerativas.

Os pais e até os responsáveis de crianças acometidas de problemas neurológicos severos, tais quais sejam por sequelas, traumas mecânicos ou questões genéticas e hereditárias, corriqueiramente, veem até o consultório de Neurologia Infantil encaminhados por especialistas de outras áreas.

Mas temos também, os problemas mais difíceis de se perceber, crianças com problemas menos agudos e que, por diversas vezes, imperceptíveis aos pais, ou tidos como “fase”, manha ou birra são identificadas pelos pediatras e encaminhadas aos especialistas em Neurologia Infantil.

Por isso, também é muito importante que os pais cumpram a recomendação de, até o primeiro ano de vida, levar a criança mensalmente ao pediatra. Esse profissional também deve continuar sendo visitado periodicamente até o início da adolescência.

Neurologia Infantil, ou neuropediatra, avalia todo o desenvolvimento da criança, do ponto de vista das suas aquisições motoras, cognitivas e de linguagem, desde o nascimento até a adolescência.

Quando é Preciso Procurar um Especialista em Neurologia Infantil?
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