Neurologia Infantil – Definições e Tratamentos

    A Neurologia Infantil ou Neuropediatria, como é também conhecida, é uma especialidade médica que estuda e desenvolve tratamentos de doenças estruturais que estão ligadas ao Sistema Nervoso Central (cérebro, cerebelo e tronco encefálico) e o Sistema Nervoso Periférico (músculos e nervos) de crianças e adolescentes.

    O termo estrutural se refere que há lesões genéticas (DNA), bioquímica (falta uma proteína que ajuda a desenvolver órgãos e tecidos) e até tecidual (alterações morfológicas e má formação nos tecidos).

É função da profissão da Neurologia Infantil avaliar crianças e adolescentes de um ponto de vista das aquisições motoras, cognitivas e de linguagem, no nascimento até o final da adolescência.

           Existem duas formas de você se tornar um neurologista infantil: Fazer residência médica em pediatria ou em neurologia seguido de uma especialização em neurologia infantil. A especialização demora em média, seis anos.

    Trata-se então, de um treinamento diferenciado e de longo período para exercer-se nesse campo dentro da medicina específica. Essa especialização permite uma melhor relação entre médico-paciente, já que o tratamento tende a ser prolongado, por serem diretamente ligadas às doenças crônicas.

É comum os pais de crianças irem ao neurologista através de encaminhamentos de outros consultórios, por profissionais de outras áreas. Os problemas neurológicos comuns são questões genéticas e hereditárias, traumas mecânicos e até mesmo problemas neurológicos severos.

O neuropediatra tem como função essencial dar um diagnóstico e um prognóstico em pacientes infantis, fazer uma orientação terapêutica e aconselhamento.

Atuações mais Comuns

           O neuropediatra ou neurologista infantil recebe corriqueiramente casos e demandas escolares, como as dificuldades dentro desse âmbito, atraso na fala e na caminhada, síndrome do sono, dores de cabeça e qualquer outra situação relacionada ao sistema nervoso.

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           Com o avanço da tecnologia científica, área que envolve o trabalho da neurologia infantil, se tornou mais facilmente de manusear casos complicados e serem detectados. Exames de imagem, bioquímica e eletroencefalografia ajudam a dar um diagnóstico mais completo para que se possa, desta forma, dar o melhor prognóstico e o método de tratamento.

Outros Campos de Atuação

           O neuropediatra não atua somente nos procedimentos citados acima, no seu campo de atuação que é amplo e pode-se trabalhar entre instituições e clínicas, eles auxiliam e ajudam com diagnóstico de casos genéticos, neurofisiológicos, reabilitação e psiquiatria infantil, entre outros.

Qual é o Modelo de Avaliação do Paciente?

           Antes de começar exames neurológicos se faz necessário uma entrevista, semi estruturada, conhecida como anamnésia dentro do meio clínico e institucional. Em seguida, exames físicos que necessitam ser compatíveis com a faixa etária da criança.

Quais dos Alguns Sintomas Encontrados na Neurologia Infantil?

  • Alterações psíquicas: Distúrbios de comportamento, linguagem, pensamento, retardo no desenvolvimento psicomotor e da consciência;
  • Alterações da sensibilidade: Formigamentos e anestesias;
  • Alterações motoras: Paralisia em alguma parte do corpo, tremores, distúrbios no equilíbrio e na coordenação, alguns movimentos involuntários;

Patologias que são Atendidas em Uma Clínica de Neurologia Infantil

  • Dificuldade escolar;
  • TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade;
  • Autismo;
  • Epilepsia;
  • Doenças musculares;

O que é Neurologia Infantil?

Todos os Distúrbios têm Cura?

    Infelizmente não. Nem todos os tratamentos tem cura, entretanto, os neuropediatras conseguem melhorar o desenvolvimento da criança ou adolescente em um trabalho multidisciplinar e o tratamento pode ser feito também com ajuda de medicamentos.

    Nesse caso, se faz necessário averiguar o tratamento mais adequado que o paciente irá precisar, para que assim, a equipe multidisciplinar seja definida de acordo com o grau de comprometimento do seu déficit, se ele é temporário ou permanente, a partir daí, deve-se montar a equipe.

    O tratamento multidisciplinar envolve vários outros profissionais, que são especializados em reabilitação: psicólogos, terapeutas ocupacionais, pedagogos, nutricionistas, fonoaudiólogas e fisioterapeutas, tentando desta forma, desenvolver resultados eficientes e visíveis.

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