Terapias Comportamentais em Neuropediatria
Indicação de Terapias Comportamentais em Neuropediatria. Saber quando indicar pode ser eficaz para a qualidade de vida das crianças, especialmente quando são aplicadas corretamente, como vamos observar ao longo deste artigo.
Terapias comportamentais são consideradas técnicas eficazes em auxiliar pais e/ou responsáveis para não criarem as crianças com desatenção e impulsividade, reduzindo interações negativas de ambas as partes.
Para serem aplicadas adequadamente, profissionais capacitados orientam, oferecem suporte e demonstram quais respostas são mais apropriadas para cada um dos pequenos, além de incentivarem a prática para que tenham mais ciência sobre a forma de lidar com seus filhos.
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Sendo assim, tendem a ser recomendadas para crianças entre 2 e 5 anos com TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade) como forma de tratamento antes de iniciar a tentativa com uma abordagem medicamentosa.
Do mesmo modo que as terapias comportamentais podem ser indicadas para aquelas que apresentam TC (Transtorno de Conduta) e TOD (Transtorno Opositor Desafiador), conhecidos por afetar o comportamento e a capacidade de adaptação infantil.
E também para casos de TEA (Transtorno do Espectro Autista), paralisia cerebral, atrasos no desenvolvimento psicomotor, distúrbios do sono e dificuldades de aprendizagem.
Ou seja, as terapias comportamentais podem ser recomendadas para casos em que os pequenos apresentam desafios de comportamento, sendo necessário estabelecer objetivos positivos, instruir e orientar em prol do desenvolvimento, planejar antecipadamente e conversar com as crianças sobre as experiências em locais públicos, e priorizar disciplinas consistentes e que funcionam no seu caso.
Além disso, é fundamental treinar e priorizar uma comunicação positiva, estratégica e eficaz a ponto de auxiliar no comportamento e fortalecimento da relação entre vocês, analisando o que deve ser mudado ou mantido conforme passam a aplicar na rotina.
Basicamente, as terapias comportamentais dependem da sensibilidade ao nível de desenvolvimento infantil, uma vez que as crianças mais novas mudam rapidamente em relação às mais velhas, apresentando comportamentos que podem tanto ser normais para faixa etária quanto características que justifiquem o treinamento em questão.
E para saber se a ajuda médica, principalmente de um(a) médico(a) especialista em Neuropediatria, pode ser um diferencial benéfico, normalmente a dica é se atentar à frequência e intensidade, que são indícios de um quadro desse.
Sem contar que este é o(a) profissional apto a avaliar e identificar a causa dos problemas comportamentais para elaborar um plano de tratamento ajustado de Terapias Comportamentais em Neuropediatria, encaminhando para a equipe multidisciplinar, como psicólogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais, e é isso que pode encontrar aqui, então, não hesite em agendar uma consulta pensando no bem-estar e em proporcionar melhor qualidade de vida ao(s) seu(s) filho(s)!
This post was last modified on 20 de janeiro de 2026 14:35
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